Samuel Rosa avalia paternidade renovada com duas bebês aos 60 anos: ‘Foi uma verdadeira revolução’

Cantor reflete sobre diferença de gerações entre os filhos e conta como tem lidado com o papel de pai na maturidade
Samuel Rosa vive uma espécie de renovação da paternidade com a chegada de duas filhas nos últimos anos. Ele já é pai de Juliano, de 27, e Ana, de 24. Em entrevista ao gshow o cantor reflete sobre a influência de Ava, de 2 anos, e Dora, de 9 meses, do casamento com Laura Sarkovas, em sua vida em meio à maturidade dos 60 anos.
“A paternidade é algo muito sagrado. A chegada das meninas foi uma verdadeira revolução, a segunda na minha vida, porque teve a leva do primeiro casamento, que já foi uma baita transformação”, diz o artista.
Ele também conta como priorizar o bem-estar de sua família impactou em seu autocuidado:
“Não há o que seja mais prioridade do que o bem-estar dos meus filhos. Não é me abandonar por causa disso, sei que as mais novas dependem do meu bem-estar. Cuidar de mim ficou aguçado com o nascimento das meninas”.
Ainda sobre as filhas mais novas, o cantor declara que elas foram fonte de inspiração para a fase profissional. Samuel migrou para carreira solo em 2023 e as meninas influenciaram na leveza do álbum “Rosa”, lançado no ano seguinte, marco de sua independência musical.
“Nunca fiz um disco de uma forma tão fácil, compus de uma forma tão tranquila e tão fluente. Muito inspirado pelo novo momento em que estava de carreira, vindo a terceira filha, que foi a Ava, estávamos grávidos naquela época. Isso tudo me motivou”, conta.
Ele credita a qualidade do disco ao momento especial que está vivendo. “Isso me faz caminhar, continuar. É uma baita transformação, não imaginava viver isso agora, voltando algum tempo na minha vida”, pontua.
Um pai diferente
O artista comenta como a imprevisibilidade da vida impactou o curso de seus acontecimentos nos últimos anos.
“Não tinha planos de viver isso, mas a vida tem seus contornos, caminhos e me vi de novo pai, constituindo uma família, mudando de cidade, não dá para programar muito. A gente tem que só saber viver cada coisa, porque a vida te apresenta surpresas, uma baita surpresa. Me foi concedido esse privilégio de ser pai de novo”, reflete.
Samuel fala também da transformação no papel de pai a partir das novas experiências:
“Não sou um pai nem melhor nem pior, sou um pai diferente. Mas continuo sendo pai do Juliano e da Ninoca, que são adultos hoje. Eles têm me ajudado muito nesse processo”.
Escolha consciente
Samuel ainda frisa a responsabilidade da decisão de aumentar a família. “Acordar de manhã e ver aquelas duas bebêzucas lindas é impagável, é um presente. Foi uma escolha muito consciente minha, porque é uma escolha difícil”, pontua.
“Ser pai depois de tantos anos, com quase 60, é uma baita responsabilidade. Vejo que sou um outro pai hoje nesse sentido”, reflete.
Fonte: Cultura POP



