Artemis 2: entenda o segredo por trás do traje laranja usado pelos astronautas da Nasa

Tom vibrante acompanha astronautas na missão que marca o retorno da humanidade à Lua após cinco décadas
A missão Artemis 2, que levar astronautas de volta á órbita da Lua após mais 50 anos, tem um detalhe que chamou atenção antes mesmo da decolagem: os trajes laranja usados pela equipe da Nasa. A escolha do “laranja internacional” vai muito além da estética. Se os trajes da SpaceX remetem a um visual futurista digno de filmes de espionagem, e os da Blue Origin evocam um estilo de “cowboy espacial”, os da Artemis 2 parecem mirar direto no universo dos super-heróis.
O tom vibrante usado nos trajes de voo da missão espacial deve se tornar símbolo de uma nova era da exploração espacial e carregam uma intenção clara: serem vistos. A missão marca o retorno de astronautas à Lua pela primeira vez desde 1972.
Mais do que estética, no entanto, há tecnologia. Os trajes funcionam como sistemas portáteis de sobrevivência, capazes de manter os astronautas vivos por até 144 horas em situações extremas. Feitos sob medida, eles trazem detalhes em azul que não são apenas decorativos: indicam pontos de resgate e abrigam equipamentos de emergência, como coletes salva-vidas e cilindros extras de oxigênio.
Conhecido oficialmente como AMS Standard 595 #FS 12197, o “laranja internacional” é um tom avermelhado intenso, projetado justamente para se destacar contra o azul do céu e do oceano.
Mais do que estética, no entanto, há tecnologia. Os trajes funcionam como sistemas portáteis de sobrevivência, capazes de manter os astronautas vivos por até 144 horas em situações extremas. Feitos sob medida, eles trazem detalhes em azul que não são apenas decorativos: indicam pontos de resgate e abrigam equipamentos de emergência, como coletes salva-vidas e cilindros extras de oxigênio.
Conhecido oficialmente como AMS Standard 595 #FS 12197, o “laranja internacional” é um tom avermelhado intenso, projetado justamente para se destacar contra o azul do céu e do oceano.
Não por acaso, a cor já tem longa tradição em contextos de segurança. Ganhou notoriedade nos anos 1930, quando foi escolhida para a ponte Golden Gate, na Califórnia, para melhorar sua visibilidade. Décadas depois, passou a ser adotada pela Marinha dos EUA e pela Força Aérea em aeronaves e trajes de alta altitude, facilitando operações de resgate.
Na Nasa, o uso do laranja ganhou força após o desastre do ônibus espacial Challenger, em 1986, quando a agência passou a priorizar soluções que aumentassem as chances de sobrevivência em emergências.
Os primeiros trajes dessa cor surgiram no fim dos anos 1980 e rapidamente ganharam o apelido de “abóbora”, por seu formato volumoso e pouco ajustado, característica que os tornou até fantasias populares de Halloween.
Hoje, o design evoluiu. Os trajes são mais ajustados, modernos e visualmente marcantes. Talvez não concedam superpoderes, mas têm algo próximo disso: a capacidade de capturar a atenção do mundo inteiro. E, ao que tudo indica, vão conseguir.
Fonte: R7



