Polícia

O filho de um vereador foi preso suspeito de transportar drogas em ambulância da prefeitura

O filho de um vereador foi preso em Goiânia suspeito de transportar drogas em uma ambulância da Prefeitura de Fazenda Nova. Segundo a Polícia Militar (PM), Paulo Henrique Pereira dos Santos, de 23 anos, carregava 11 tablets de maconha no banco do carro enroladas em um lençol do Hospital Municipal de Fazenda Nova.

Em nota, a defesa de Paulo Henrique disse que não vai se manifestar sobre o assunto no momento. A Câmara Municipal de Fazenda Nova disse em nota que não compactua com ilegalidades cometidas.

A prisão, feita na quarta-feira, ocorreu após uma denúncia anônima. Ainda segundo a PM, a droga estava embalada e pronta para venda.

Paulo Henrique é motorista de ambulância da Secretaria Municipal de Saúde de Fazenda Nova por meio de cargo comissionado. A Polícia Civil acredita que essa não tenha sido a primeira vez que o suspeito tenha feito o transporte da droga com o veículo.

Segundo Humberto Teófilo, delegado responsável pelo caso, a ambulância era usada justamente por não levantar nenhum tipo de suspeita.

Paulo Henrique foi conduzido à Central Geral de Flagrantes da capital, onde permanece preso e deve responder pelo crime de tráfico de drogas. A ambulância apontada como a suposta forma de transportar a droga, foi liberada para voltar ao município de origem.

A Câmara Municipal de Fazenda Nova vem a público informar, a quem interessar, que tomou conhecimento da prisão do filho do Vereador Gaguinho no final da tarde de hoje.

Diante do ocorrido, este Poder Legislativo Municipal informa que repudia veementemente ocorrido e reforça o seu compromisso com a lei e seu integral cumprimento.

Ainda, informamos que esta Casa de Leis não compactua com ilegalidades praticadas por qualquer pessoa que seja.

Por fim, prestamos a nossa solidariedade ao vereador e colega Gaguinho e sua família. Contudo, esperamos que as medidas cabíveis e necessárias sejam aplicadas pelas autoridades competentes, reforçando nosso respeito pela Polícia Militar do Estado de Goiás, bem como pelas decisões proferidas pelo Poder Judiciário.

Fonte: g1

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