Polícia

Suspeito de matar mulher em posto de combustíveis devia cerca de R$ 80 mil à vítima e ficou foragido por dois anos, diz polícia

Por: Vinicius Morais/g1

Suspeito contou a polícia que estava sendo ameaçado pelo débito. Ele responde por homicídio simples.

O homem que foi preso acusado de matar uma mulher em um posto de combustíveis de Anápolis contou à Polícia Civil que devia cerca de R$ 80 mil à vítima, Rosineide Lucas dos Santos, de 41 anos. O momento do crime foi registrado por uma câmera de segurança.

A defesa do acusado, que estava foragido desde fevereiro de 2024, não quis se manifestar até a última atualização desta reportagem. Ele foi preso no sábado (28), em Goiânia.

O crime aconteceu em setembro de 2023, e o inquérito foi concluído em outubro do mesmo ano. De acordo com o delegado Wllisses Valentin na época do fato, a vítima praticava agiotagem e teria marcado um encontro com o suspeito no posto.

Após uma discussão, diante da negativa de pagamento por parte do devedor, a mulher travou a saída do veículo dele, que teria desembarcado e efetuado diversos disparos”, explicou o delegado.

Ao g1, Cleiton Lobo, delegado que também investigou o caso, afirmou que o suspeito confessou em depoimento que devia quase R$ 80 mil à Rosineide.

De acordo com dados do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), o acusado responde por homicídio simples. Segundo a Polícia Civil, ele continuava preso em Anápolis e aguardava para ser julgado em um tribunal do Júri até a última atualização desta reportagem.

Ameaças

Na época do crime, Cleiton Lobo disse que o homem se apresentou na delegacia e afirmou que a vitíma era agiota e que havia pego a quantia com ela e, pelo débito, estava sendo ameaçado.

“Ele disse que estava sendo ameaçado por ela e que, no momento do posto, viu um movimento suspeito da vítima e atirou”, contou o delegado.

Rosineide foi atingida no pescoço e na cabeça e morreu na hora. O homem foi liberado para aguardar o andamento da investigação em liberdade, até que saiu o pedido de prisão preventiva.

Fonte: g1/Goiás

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