Tal mãe, tal filha! Taís Araujo e a herdeira de 11 anos usam looks combinando em noite de show

Taís Araujo e a filha, Maria Antonia – Foto: Brazil News
A atriz Taís Araujo curtiu uma noite especial com sua filha caçula, Maria Antonia, de 11 anos, na sexta-feira, 20. As duas marcaram presença no festival de música Lollapalooza Brasil, em São Paulo, para conferir o show de Sabrina Carpenter.
Para a ocasião, mãe e filha usaram looks combinando. As duas apareceram com jaqueta de couro, camiseta branca, saia preta e tênis branco. Inclusive, cada uma deu o seu toque especial ao look para expressar sua identidade. Taís optou por uma saia longa enquanto a herdeira investiu em minissaia e meia-calça com brilhos.
Vale lembrar que Maria Antonia é fruto do casamento da atriz com o ator Lázaro Ramos, com quem ela também teve um menino, João Vicente, de 14 anos.

Taís Araujo e a filha, Maria Antonia – Foto: Brazil News
Taís Araujo e os desafios da maternidade
Em uma entrevista na revista Vogue, Taís Araujo contou sobre os desafios da maternidade. Ela relembrou como se sentiu ao descobrir que seria mãe de uma menina. “Quando engravidei e vi que a Maria era menina, fiquei muito feliz. Ao mesmo tempo, insegura. A menina te obriga a rever o passado, a infância, as relações com a sua mãe, com a sua irmã, com o mundo, com as amigas. E aí você vai reconhecendo toda a ordem de racismo, abuso, de coisas ruins e boas que te forjaram. O meu analista fala: “Filhos, se soubessem como são bons para a gente se entender, cobrariam cachê”. A maternidade me obrigou demais a olhar para mim“, afirmou.
Então, ela ainda contou sobre como ensina sobre o preconceito para o filho mais velho. “Minha vida é pedir que João Vicente (14 anos) não saia desarrumado na rua. Estou evitando um trauma. Recentemente, viajamos de férias, alugamos uma casa num condomínio no Brasil e um segurança o parou. Ele e um amigo, um amigo preto também, os dois de bicicleta. Perguntou se eram moradores. Falei para ele que se fosse um menino branco, de olho azul, seria diferente. Ele fala: “Até parece. Roupa não significa nada, não determina se a pessoa é boa ou não”. Ele vem com uns conceitos em que ele está certo. Não deveria significar nada mesmo. Mas falo: “Cara, neste país, isso vai te proteger”. Conversas dificílimas. É o desafio de criar crianças pretas no lugar de privilégio, né?“, afirmou.
fonte: caras


